Leiturinha: Toda Luz que não podemos ver

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Sinopse: Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu.  Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial.

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Finalmente consegui terminar de ler esse livro, devo confessar que a demora foi culpa minha mesmo e não da dinâmica do livro.

Toda Luz que não podemos ver é um romance que tem como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial e seus protagonistas são uma garota francesa cega Marie-Laure e um garoto alemão órfã, Werner, que acaba sendo recrutado para o exército, o livro é dividido em onze capítulos que se passam entre a infância e o presente onde ocorre o bombardeio, e são divididos por “subcapítulos” de uma a três páginas e que é alternado entre a Marie-Laure e o Werner, achei essa escrita bem interessante, e a escrita bem dinâmica.

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O livro é narrado em 3° pessoa e dividido em 13 partes, com capítulos muito curtos, alternando entre os protagonistas e passado e presente, e apesar das 528 páginas, o livro é bem rápido e não é cansativo.

A história se inicia em agosto de 1944 (parte Zero) no meio de um ataque, com Marie-Laure sozinha na casa de seu tio-avô no Château de Saint-Malo, e Werner já como um recruta alemão que também está em Saint-Malo, mas em um porão, numa especie de fortaleza onde abriga um desgastado canhão antiaéreo capaz de disparar projéteis de dez quilos a uma distância de quinze quilômetros. Então somos levado para 1934 (parte Um) onde começamos a conhecer os personagens, ainda na infância.

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Por ser uma leitura rápida e dinâmica gostei muito dessa leitura, a pesar de ter demorado a terminar, a única coisa que não gostei muito foi a demora dos protagonistas se encontrarem (quase no final do livro) e não gostei dos acontecimentos no final com um deles, fora isso amei ler Toda Luz que não Podemos ver!

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